13/12/2025, 15:52:21
Há demasiada gente sem condições para conduzir na estrada, não falo de bêbados nesta época, falo de gente que para além dos turistas à espera que o GPS diga alguma coisa são aqueles que não dominam o carro e o movimento nas vias com destreza. Não sabem conduzir e atrapalham-se. Há ruas nesta cidade que temos que conduzir por nós e pelos outros. Há ruas estreitas onde é preciso saber compensar nas curvas para não bater de frente, a Estrada Luso Brasileira é uma delas. A conversão de cartas na Madeira deveria ser muito mais do que converter estrangeiro para português!
13/12/2025, 16:21:43
Os CTT na Madeira continuam a prestar um serviço medíocre e os políticos continuam a levar esses meninos na palma da mão, a lhes suportar custos em locais onde têm estações. Os CTT são uns abusadores que não melhoram serviço e cada custo imputado a outros serve para fazerem lucros, para prémios e investidores que se estão a c***r para o serviço e escravizam toda a gente. Já chega de aturar essa empresa rasca sem melhoria de serviço.
13/12/2025, 23:03:36
O radar milagroso não resolveu os ventos? Nada disto é um incidente excecional, é um risco estrutural previsível. Por isso, o plano de contingência não pode ser esperar que o vento passe nem assentar em tecnologia que apenas mede o problema (radar de vento) mas não o mitiga. Há janelas de inoperacionalidade previsíveis, horas, dias e padrões meteorológicos repetitivos. Eu não marco voos no início de Agosto, por exemplo. A insularidade exige redundância modal, esta aviação sem alternativa marítima um dia gera colapso social e económico. O tempo severo vai ser mais frequente e duradouro, mas ainda ninguém se convenceu a começar a trabalhar num verdadeiro plano de contingência. Precisamos de ligação marítima de contingência Madeira–Porto Santo, em navio rápido em regime de stand-by sazonal, ativado automaticamente em nível Laranja/Vermelho com bilhete integrado com avião (código único). Isto não é luxo, é infraestrutura crítica de resiliência. Se optaram pela massificação é preciso soluções, porque alguns dias de clima severo vão virar a Madeira do avesso. O radar, mede shear, rajadas, variações, não altera limites físicos, não torna aviões mais capazes, não muda a geografia. Foi um erro político "vender o radar como “solução”. Sem redundância modal, o radar apenas confirma o cancelamento com mais precisão. Viram o Eduardo Jesus junto da inoperacionalidade?
