Curtas e Tempestades



13/12/2025, 17:22:57
Já ninguém aguenta e com este turismo de massas, os impactos negativos para os residentes são enormes e estão à vista de todos: aumento nos preços de habitação e serviços, pressão nos recursos públicos, degradação ambiental, sobrelotação das atrações turísticas, os níveis de ruído e trânsito exorbitantes, os danos em sítios históricos e as ramificações que a natureza sofre quando se desviam dos trilhos oficiais, o uso da natureza como wc público....e agora quem correr atras do prejuízo...o prejuízo é tudo o que de mal os madeirenses têm vivido... o prejuízo é pelo facto de darem cargos a pessoas sem preparação, como é a diretora de sustentabilidade do turismo... e está a olhos vistos e o prejuízo é a prepotência...o prejuízo é termos de ser estrangeiros na nossa terra... o prejuízo é os nossos filhos com 30 anos não conseguirem comprar uma habitação... o prejuízo são os preços do supermercado... o prejuízo é tentar sobreviver numa Ilha que ostenta riqueza e a pobreza é envergonhada e escondida. Que haja comer na mesa de todos os madeirenses...

13/12/2025, 17:39:25
Apela-se a que o Governo proceda a uma avaliação técnica e económica dos prejuízos com máxima prioridade e urgência. O arquipélago da Madeira está a ser afetado pela depressão Emília, com vento forte, e muitos estragos. Há plantações afetadas, empresas com prejuízos altíssimos e muitas famílias com o natal estragado. Os agricultores que estão com prejuízos na sequência dos estragos causados pela tempestade emílie precisam beneficiar de medidas de apoio. Há produções devastadas, estufas destruídas em Gaula, muito prejuízo e muitas famílias afetadas. Investimento no setor primário com trabalho de sol a sol para num ápice as alterações metereologicas destruírem todos os recursos de uma família investidos . Um natal triste que se avizinha, muitas dificuldades também para repor a produção. Atendendo aos estragos causados pela tempestade apela-se a que o Governo proceda a uma avaliação técnica e económica dos prejuízos com máxima prioridade e urgência de forma que sejam disponibilizados rapidamente os devidos apoios.

14/12/2025, 10:02:38
Estamos a sair do PRR e não se tornou mais resiliente ou se recuperou, foi um desvario com tanto dinheiro à frente para poucos enriquecerem, não foi posto ao serviço dos cidadão, salvo raras exceções, para por exemplo tornarem o parque habitacional mais capaz de enfrentar os extremismos do clima. Ninguém viu a Saúde a melhor, foco do Covid que daí fez nascer o PRR, e com esta gestão não se vê melhor futuro mesmo com novas instalações. Não se viu o preparar dos apoios para o envelhecimento da população, a retenção da fuga dos madeirenses da Madeira que não conseguem viver com este custo de vida e estes rendimentos. Dizem que o Funchal é um resort, ainda ninguém disse que a Madeira será uma colónia de férias sem madeirenses. Dizem que vamos para metade da população, as tal como as alterações climáticas estão piores do que o previsto, vai ser igual para os madeirenses. Com estas políticas vamos desaparecer e nem madeirenses existirão para fazer a história, os estrangeiros e os inimigos internos pagarão para fazer a deles, como Alberto João e os 6000 milhões. E... vem aí uma guerra na fonte do dinheiro que mantém esta fachada.