É uma vergonha o que se assiste na comunicação social da Madeira e, parece que o vínculo é tão forte com o sistema que não têm vergonha na cara. É por demais evidente a diferença entre a RTP-M e os Canais Nacionais e ainda os Jornais Locais com os Nacionais na abordagem aos casos de corrupção, que ainda vão vivendo da suspeição e da presunção de inocência, mas que todos sabem ser verdade. Simplesmente uns não querem que seja e outros sim. Os que não querem vivem bem com o sistema, os outros não, mas a normalidade é haver lei aplicável por igual a todos! A mediocridade e a trapaça não podem ganhar sempre usando jogo sujo.
É por demais evidente que na Madeira os jornalistas não exploram nada contra a máfia, limitam-se a comentar lateralmente, a encontrar atenuantes, a sujar os outros, a imprimir narrativas que conduzam à salvação do ambiente de privilégio em que vivem.
Lamento que cada vez mais a comunicação social da Madeira só dê a palavra a gente conotada com o sistema a dizer sempre a mesma coisa em benefício do mesmo. Há dias seguidos sem uma única palavra fraturante. É agora ou nunca, se só abatem alguns nomes e não o sistema, ele revigorará para voltar à eliminação dos verdadeiros democratas. Lamento a quantidade enorme de colunistas e articulistas do poder que se exibem, lamento os que são da oposição mas que também tendo benefícios do poder são usados como disfarce de pluralidade. Alguns que ainda são independentes mas a disfarçar, estão como que agarrados ao tempo de antena, tal como Albuquerque ao poder, conferido falsa idoneidade a esta comunicação social. São cúmplices.
Temos um grave problema de idoneidade na comunicação social da Madeira, pelos jornalistas e pelos proprietários, pela subsidiação e planos de propaganda que geram receitas para se manterem ativos em favor do sistema.
Precisamos de uma grande limpeza a este nível, a ERC tem que intervir, os oligarcas têm que desaparecer de proprietários de todos os órgãos de comunicação social, assim está em causa a democracia e a liberdade de expressão.
Jaime Ramos, Luís Miguel de Sousa e Avelino Farinha fora da Comunicação Social.
Jornalistas vendidos, de fretes ao poder e assessores fora da Comunicação Social. Muito mais aqueles que andam cá e lá.
Agências de comunicação a fazer notícias em favor do poder fora da Comunicação Social.
A comunicação social está tão infestada de colaboracionistas da máfia como o nosso Parlamento.
Enviado por Denúncia Anónima
Domingo, 11 de fevereiro de 2024
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