Pede-se tento na língua às elites, isto vai ser de repente ...


H á eventos que se realizam com o dinheiro público dos madeirenses maioritariamente pobres para deleite das elites ricas. Podem negar, forjar, esconder, chamar os outros de invejosos, se indignarem para se mostrarem honrados, etc, ... é assim. As elites só têm a coluna do HAVER à sombra do erário público.

Há eventos que se realizam com o dinheiro público dos madeirenses maioritariamente pobres para favorecerem a faturação das elites ricas, todos os eventos são em lugares comuns do esquema.

Há eventos que se realizam com o dinheiro público dos madeirenses maioritariamente pobres que, quando os pobres se indignam, recebem respostas de que os outros são fracos, falhados, invejosos, etc. Que robustez de sistema. Sentem-se protegidos por um sistema integral que vai até ao 4º poder.

Há eventos que se realizam com o dinheiro público dos madeirenses maioritariamente pobres para promover os negócios de uma elite deitada à sombra do erário público, protegida, assistida, paga para além do devido, com rendas fixas e negócios por ajuste direto e que ainda têm um governo a tratar da fuga aos impostos.

Há eventos que se realizam com o dinheiro público dos madeirenses maioritariamente pobres que conta com um povo estúpido a se babar por eles e seus grandes feitos.

Há eventos que se realizam com o dinheiro público dos madeirenses maioritariamente pobres e pelo andar das respostas tortas ainda vão apanhar umas pedradas qualquer dia, porque pode haver silenciamento e silêncio por opção, mas as pessoas estão cada vez menos parvas para observar que temos uma classe política e governante de chulos a tratar da sua vida. Os eventos parecem os comícios do PSD, com os interessados.

Há eventos que se realizam com o dinheiro público dos madeirenses maioritariamente pobres que só existem porque os beneficiários colocam no poder Regional e Autárquico os peões para criar os eventos à borla e poderem faturar sem despesas.

Os resultados eleitorais deveriam dar umas pistas a alguns quando abrem a boca gratuitamente nas redes sociais. Há forças sem válvula de escape, tal como há outras forças corrosivas que minam as instituições democráticas para seu benefício, são falsos que enriquecem com ela e tornam o povo cada vez mais extremado e radical, os partidos tradicionais tornaram-se um fardo para as populações e não há maneira de serem purgados, estão cada vez piores com os piores.

Para os porcos dos oligarcas da terra lerem (link), o inimigo externo é cada um deles e cada vez mais:

Um magnífico balanço sobre como e porquê está a desmoronar o casamento entre a democracia e o capitalismo. E a defesa do que pode ser feito para inverter esta dinâmica, pois, para Martin Wolf, apesar de todos os seus defeitos, o capitalismo democrático continua a ser o melhor sistema para o desenvolvimento. Mas o que vemos hoje é que a democracia liberal está em crise e o autoritarismo está a crescer. Além disso, os laços que deveriam ligar os mercados abertos a eleições livres e justas estão ameaçados. As vozes dividem-se: de um lado, as que defendem que o capitalismo é melhor sem democracia; do outro, as que defendem que a democracia é melhor sem capitalismo.

Este livro é uma réplica vigorosa a ambos os pontos de vista, clarificando as razões pelas quais o divórcio entre o capitalismo e a democracia seria um grande mal. Pelo meio, a ideia de que a cidadania é muito mais do que um slogan ou uma intenção romântica: é a ideia que nos pode salvar.

Uma entrevista de 21 minutos para ser vista: link

Enviado por Denúncia Anónima
Domingo, 22 de Outubro de 2023
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