A impunidade viária tem números


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A pesar do esforço do jornalista em dizer que "relembramos que, no que respeita à Madeira, estes indicadores são isso mesmo, indicadores. Não podem ser tomados como verdades absolutas, devido a se tratar de um universo reduzido em que qualquer evento pode fazer aumentar ou diminuir significativamente os números/percentagens/médias", o certo é que muitos de nós madeirenses vemos e ouvimos todos os dias abusos, são corridas de motas e carros na via rápida, a condução agressiva, o barulho que não respeita ninguém (obrigado governo pela ida das motas à inspeção), perante a passividade da polícia. Eu sinto que esta guerra, na rede viária da Madeira, tem a mesma passividade da polícia como o omitir do barulho na Zona Velha desta cidade que não deixa as pessoas descansar e isso é tortura.

Senhor jornalista, o universo reduzido das sondagens para as Regionais nunca tiveram essas observações, e foi o que se viu, foi pelo mínimo da RTP, a que produz sondagem com a maior amostra. 

A sua análise comprova a falta de civismo na estrada, as asneiras, exageros, falta de fiscalização, o laxismo na condução sobretudo na via rápida, porque nas outras vias vamos vendo lombas a nascer como cogumelos. Comprova que a autoridades devem atuar e não compactuar, como parece, por exemplo, nas corridas que acontecem.

O senhor escreve para os governados e não para os governantes ou autoridades, se forem sempre protegidos com a mão no pêlo, não se vão mexer como até aqui. Repare que há lombas e operações stop para o cidadão comum, para os prevaricadores a impunidade. Não adira a essa proteção.

Para quem usa a rede viária para o seu propósito, deslocação, se ligar do ponto A a B dentro das regas, os dias são cada vez mais de calvário com estas cabeças ocas que se acham todos bons e desportistas de eleição.

Enviado por Denúncia Anónima
Domingo, 22 de Outubro de 2023
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