P arece que a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) entrou numa nova era, e quem lidera esta revolução (ou será evolução?) é o seu reitor, Emídio Gomes (link da notícia). Dizem as más línguas – ou neste caso, os professores Mila Simões de Abreu e António Crespi – que o senhor reitor tem uma abordagem inovadora para a educação: vigiar professores. Sim, isso mesmo! Afinal, quem precisa de câmaras de segurança quando se tem um reitor com “superpoderes” que consegue “saber tudo” sobre o corpo docente? Se Orwell ainda estivesse vivo, talvez reconsiderasse o título de "1984" para algo mais moderno, tipo "2024: O Reitor Que Tudo Sabe".
Segundo as acusações, Gomes não se limita à simples observação. Parece que, de tanto espiar, até conseguiu descobrir os segredos mais bem guardados de professores... como os seus emails. Afinal, quem disse que as notas deviam ser definitivas? Pressionar um bocadinho para mudar aqui e ali faz parte do trabalho de qualquer líder, não? Só que, pelos vistos, os docentes não acharam piada, e até há quem diga que ele bate recordes, mas não de investigação científica ou angariação de fundos, e sim de processos disciplinares. Um verdadeiro "campeão" na arte de disciplinar o corpo docente.
E as reuniões a sós? Ah, essas são as mais divertidas! Dizem que o reitor tem um jeitinho especial para insultar os professores quando estão apenas os dois. Há quem diga que ele só insulta em privado para manter as aparências – ou será que é para treinar o discurso?
E tudo isto acontece no final do seu primeiro mandato. Sim, é verdade! Ainda nem sequer chegámos ao próximo ano, e já todos se perguntam: será que Emídio Gomes vai recandidatar-se? Porque, convenhamos, seria uma perda para o mundo académico deixar escapar uma mente tão criativa e estrategicamente arrojada. Não é todos os dias que temos um reitor disposto a convidar todos os alunos para reuniões privadas. Dizem as más línguas que é para saber como decorrem as aulas e quem são os bons professores, mas quem sabe? Talvez esteja só a planear a festa de final de curso mais inclusiva de sempre!
Enquanto isto, lá na ilha da Madeira, o reitor da universidade local pode estar a pensar: “Será que também devia começar a fazer isto?” Ou será que já anda a vigiar e ninguém deu por nada? Parece que vigiar está na moda entre os reitores, e quem sabe, talvez os diretores de curso também comecem a ter reuniões secretas com os alunos para sacar aquela informação fresquinha sobre os seus colegas.
Não bastava a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) ter um reitor visionário, Emídio Gomes, a levar o conceito de vigilância académica a novos patamares. Agora, parece que a febre do controlo absoluto está a atravessar o Atlântico e a contagiar a Universidade da Madeira. É isso mesmo! Há rumores de que o reitor madeirense anda de olho no “manual de instruções” de Emídio, possivelmente a tomar notas sobre como vigiar professores e alunos sem que ninguém perceba. Será que está a preparar o terreno para instaurar o “Big Brother Académico” na sua universidade insular?
Afinal, quem disse que as boas ideias não devem ser copiadas? Emídio Gomes, com o seu olhar vigilante e estratégias de pressão – ou, como preferem alguns, gestão personalizada de emails e notas – está a abrir horizontes no ensino superior. A Madeira, sempre tão inovadora em turismo, prepara-se agora para revolucionar o controlo académico. Será que em breve veremos o reitor madeirense a convidar alunos para reuniões privadas, a perguntar com um sorriso subtil: "Então, como vão as aulas? E os professores, são do teu agrado?" Não é fofinho? Parece uma consulta de opinião, mas vai-se a ver, e é só uma nova variante de espionagem.
E o mais interessante é que parece haver diretrizes secretas que incentivam os diretores de curso a reunirem-se com os alunos e, claro, a extraírem informação fresquinha. Nada de inquéritos ou métodos formais, ou órgão devidamente eleitos para o efeito, que isso já é coisa do passado. A moda agora é a conversa de bastidores, o murmurinho discreto, o sacar de dados à moda antiga. Quem precisa de inovações tecnológicas quando se pode contar com o bom e velho boca-a-boca?
Mas será que o reitor da Madeira estará a planear uma versão tropical do controlo académico, onde até os correios eletrónicos das universidades fazem parte da rota turística?
E o que vem a seguir? Talvez uma reunião internacional de reitores vigilantes, onde se discutam as melhores práticas de espionagem e como insultar professores em privado sem levantar suspeitas. Emídio Gomes seria, sem dúvida, o orador principal, partilhando a sua experiência de mestre em processos disciplinares e gestão de crises académicas. E o reitor da Madeira talvez aparecesse com uma apresentação sobre como aplicar estas técnicas numa ilha paradisíaca, com o toque exótico de colheres de poncha nas reuniões.
De uma coisa estamos certos: se antes a UTAD e a Universidade da Madeira competiam por prestígio académico e investigação, agora parecem estar em plena corrida para ver quem vigia melhor os seus docentes. Um autêntico “campeonato nacional de supervisão” que promete dar muito que falar.
Por isso, caros alunos e professores, preparem-se! O futuro da educação superior em Portugal pode muito bem ser uma aula prática de como fazer surveillance com estilo. Seja como for, parece que a UTAD já encontrou uma fã na Universidade da Madeira. Afinal, o que é bom... copia-se!
Enviado por Denúncia Anónima
Terça-feira, 22 de Outubro de 2024
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