C omo diz o provérbio, “conhecemos os verdadeiros amigos no hospital, na cadeia e no cemitério” e foi por isso que os jornalistas idóneos, do Blog mais lido pela ERC, fizeram uma vaquinha e meteram-se num avião da EasyJet para visitar as últimas vitimas inocentes da malvada Justiça. Como o dinheiro não dava para tudo, o Maneta foi metido na mala de mão do Chefe de Redação e o anão foi disfarçado de Bebé ao colo da jornalista Lésbica.
O voo levantou a horas e quinze minutos depois o anão começou numa choradeira pelo que a Lésbica teve de lhe dar de mamar para o calar. Perante o silêncio do anão, o Chefe de Redação confessou que também já estava com uma roeza, o que fez espoletar um risinho na mala que ia na bagageira.
Uma hora e meia depois o avião aterrou no Aeroporto da Portela, em Lisboa. Os dois jornalistas saíram do aeroporto e colocaram-se na fila para os táxis. Após uma longa espera meteram a mala e o anão na bagageira do táxi, e pediram que o taxista os levasse aos calabouços da Polícia Judiciária.
Pelo caminho, o taxista reconheceu o sotaque madeirense dos jornalistas pelo que lhes perguntou se vinham visitar os famosos corruptos da Madeira. O Chefe de Redação surpreendido pela pergunta negou dizendo que vinham entrevistar o “macaco” do Porto, o que calou o taxista que era do Benfica.
Quando chegaram aos calabouços abriram a bagageira do Táxi para tirar a mala e o anão que começou a chorar porque tinha fome outra vez, obrigando o Chefe de Redação a lhe dar um soco.
Enquanto o Chefe de Redação aguardava na rua sentado em cima da mala, a Lésbica colocou o anão ao colo, bateu à porta e anunciou que vinha com o filho fazer uma visita sexual ao Autarca do Funchal. Depois de revistada, a Lésbica entrou e aguardou, sentada numa cama rodeada por velas acesas e um cheiro intenso a feromonas.
Quinze minutos depois a porta abriu-se e entrou Pedro Calado visivelmente transtornado. Logo que viu a jornalista babou-se, baixou as calças confessando que há mais de duas semanas que não dava uma e que até já tinha espermatozóides no cérebro.
Enquanto o anão se escondia nos lençóis, a jornalista tentou acalmá-lo dizendo que era jornalista do CM e que vinha apenas para entrevistá-lo.
Ao ouvir a palavra CM, a excitação do Autarca murchou pelo que foi possível à jornalista fazer a entrevista. Quando questionado se se considerava culpado de corrupção, o Autarca negou tudo, dizendo que era apenas um colecionador de envelopes. Quando confrontado com as escutas telefónicas que o incriminavam, o Autarca confessou que a voz era a do irmão que lhe tinha pedido o telefone porque o dele tinha caído na sanita.
Quando a jornalista lhe perguntou se sabia que o diamante valia 50 mil euros, o Autarca confessou que não lhe ia dar esse prazer, mas que se ela quisesse podia-lhe dar outros prazeres.
Irritada, a Jornalista deu por terminada a entrevista, chamou o guarda e decidiu sair do quarto, sem antes o Autarca lhe perguntar se podia deixar o anão, porque com o desejo que ele estava, até o anão marchava.

