Estão a queimar o nosso DN-M


Se repararem é "frentes" e não "meios".

N estes últimos tempos, não sei precisar porque vou vendo sem a maldade de registar, mas nestas últimas semanas deparo-me sempre com um título de capa no DN que ou mente ou faz uma mistura de muito tempo para obter um resultado. Isto não são notícias com deontologia e acho que o CM deveria fazer um polígrafo a notícias. Até o polígrafo do DN é manhoso.

Os proprietários dos jornais e o Governo Regional com o Mediaram, têm funcionários de propaganda ao seu serviço, perdeu-se o jornalismo, a deontologia e o editorial. Há jornalistas perversos que sabem ganhar boa vida com o esquema, há outros que vão fazendo o que lhes mandam porque precisam do dinheiro em casa, mas ainda mais outros mais que são "preenchedores" do Povo Livre ou pagam favores. Lamentável, onde chegamos! A maior parte das pessoas estão a ver e penso que dentro do DN-M também, pelos números. O DN-M, brinquedo novo de rendimentos assegurado agora não vive aflito para pagar contas, mas perdeu a credibilidade numa grande parte dos seus leitores. Não sei onde vão chegar e se a sua antiguidade ainda salvará se no futuro houver uma nova oportunidade. De momento está igual aos piores tempos do Jornal da Madeira.

A Madeira destrói a paisagem, a arquitetura tradicional, os seus usos e costumes e entre outras coisas já nem sabe fazer um tapete de flores que só a igreja mantém, mas de imensas coisas que poderia enumerar, o jornalismo, que nunca foi forte, perdeu-se definitivamente. Os mais novos já vêm para a carreira de sucesso usando e conspurcando o jornalismo.

O mesmo DN-M que não tem pessoal para se dedicar ao jornalismo de investigação, é o mesmo que consegue compor notícias-propaganda, manuseando tempos com mais de década para diluir e projetar o resultado que se quer, da mesma maneira que fazem com as estatísticas na Madeira. Se calhar deve ser a agência e os assessores a auxiliar o jornalismo, que queridos para manter o tacho.

Neste momento de pré-campanha eleitoral, percebemos o que foi um Blandy não dependente do Governo Regional, deste novo tempo do Sousa e do Farinha que sem o guarda chuva do Governo não são nada.

Jornalismo na Madeira é um patamar transitório para a função pública, inserida na Máfia do Bom Sentido,

Enviado por Denúncia Anónima.
Quarta-feira, 21 de Junho de 2023
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